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O dia correu bastante bem, apesar das minhas enxaquecas habituais terem aprendido um truque novo: uma dor na nuca como se me estivessem a espetar o cérebro com um ferro em brasa. Nada que uma sesta não resolvesse, apesar de ter tido sonhos muito estranhos sobre uma base numa ilha a ser atacada por uma gosma primordial qualquer que tinha a capacidade de absorver gente e coisas e utilizar tudo o que absorvia para alterar a sua morfologia. Soa-me a um filme de série B prestes a tornar-se fenómeno de culto. A mattel até podia resuscitar aquele velho “brinquedo” que era pouco mais que um balde cheio de ranheta artificial.

Apesar disso, consegui completar três lições do 2YN e ler a informação para as três seguinte. Só não fiz as tarefas porque consistiam em partilhar excertos do romance e eu ainda nem acabei o outline do primeiro livro.

Adicionei mais 5 phases ao outline para o Mountains to Climb. Estou muito satisfeita; este capítulo corresponde a uma parte de transição que estava muito pouco desenvolvida no meu outline primitivo.

Escolhi qual das ideias que tenho em “lista de espera” é que quero trabalhar durante of NaNo. Tinha pensado em escrever a partir de uma ideia que me ocorreu há um par de meses, mas ela ainda está pouco desenvolvido e eu ia acabar por ficar pelo caminho. Também pensei em trabalhar The Waif, mas a estrutura desta história é demasiado complexa para o NaNo. Acabei por decidir trabalhar na primeira sequela do Sangue de Dragão. A ideia já está bem firme na minha cabeça, já tenho vários pontos da história definidos e já conheço algumas das personagens, deve tornar as coisas mais fáceis. Vou chamar-lhe Coração de Lobo.

Setembro foi um bom mês. Não consegui completar todos os meus objectivos, mas escrevi bastante mais que em qualquer outro mês este ano. Estou realmente a voltar à antiga forma, ainda que lentamente.

Desenvolvi uma nova maneira de manter controlo sobre os meus objectivos. Envolve uma tabela semanal de tarefas e marcação de tarefas concluídas. É um pouco fastidioso, mas neste momento parece-me a única maneira de manter as coisas sobre controlo.

Há uma série de pequenos maus hábitos que ando a tenatr mudar, mas como são coisas pequenas, normais, do dia-a-dia, muitas vezes esqueço-me de fazer o que tenho a fazer e acabo por cair na má rotina do costume. A tabela ajuda.

Uma das coisas a que tenho de me habituar é fazer actualizações mais frequentes neste blog. Ultimamente quase só tenho escrito no lj.

O mês de Setembro tem estado a correr bem. Até agora foi o mês em que mais escrevi. Não que esteja completamente satisfeita, ainda estou longe de voltar à minha produtividade normal (1500/2000 palavras por dia em média), mas já é um bom progresso.

Estou finalmente perto de acabar o primeiro capítulo do Mountains to Climb. Os meus capítulos costumam andar por volta das 2000 palavras, os deste livro vão andar à volta das 4000 ou 5000 palavras. É o que dá estar a trabalhar com múltiplos pontos de vista.

Estive a fazer umas projecções ontem e, pelos meus cálculos, o livro vai acabar com umas 120000 palavras. Bem mais do que o meu habitual de 80000. Este livro é mais complexo e, como já disse, os múltiplos pontos de vista também contribuem para aumentar o número de palavras.

Esta manhã, enviei mais 7 cartas de candidatura espôntanea a tantas outras editoras. Já que não consigo colocação como professora, ando a ver se consigo pôr em práctica a pós-graduação para Técnicos Editoriais. 

O título não é grande coisa, eu sei, mas tenham paciência: apanhei uma constipação e entre a febre e a medicação, estou um bocadinho burra.

Decidi parar de lutar com The Unraveller. Não estava a correr bem: não conseguia sentir as personagens como indivíduos, cada cena começava a parecer-me absolutamente idiótica, não conseguia visualizar o que estava a contecer como costumo conseguir fazer.  Por isso, enfiei-o na gaveta, ou mais especificamente, na prateleira, depois de nove meses e só ter conseguido ecsrever cerca de metade do livro (neste momento tem umas 44000 palavras).  Talvez noutra altura, depois de ter concluído os projectso em que estou a trabalhar, eu consiga rever o que tenha e realinhar a história.

O que me fez finalmente tomar esta devisão foi todas as personagens de Moutains to Climb terem subitamente começado a falar comigo, até algumas da personagens menores, que estão a começar a desenvolver histórias secundárias próprias.  Escrevi MTC originalmente como um guião; acabei-o em Dezemnbro mas estava longe de estar satisfeita com o resultado: parecia-me que havia mais história a contar do que um guião de 120 páginas me permitia e não me sentia nada convencida quanto aos motivos e atitudes do vilão, eram demasiado aleatórios. E de repente, nestes últimos dias, as ideias começaram a reproduzir-se e a encaixar-se perfeitamente nos devidos lugares. Quer-me parecer que a febre deve ter deixado a cabra da minha musa K.O. Tem sido óptimo – só espero que eventualmente, o mesmo aconteça com The Unraveller. E se eu não tiver de ficar doente para isso, ainda melhor.

Também voltei a trabalhar no meu 2YN. E já não era sem tempo: já tinha 16 lições em atraso. Estou muito entusiasmada com este projecto. É uma triologia de piratas com uma protagonista feminina.  Já tenho uma série de excertos escritos e uma história muito básica delineada para cada volume. Estou muito satisfeita com os resultados até agora.

Foi uma semana pouco produtiva. Tive imensa coisa a tratar. Nem acredito que o meu pai já morreu há nove meses e ainda andamos a braços com a burocracia.

Para piorar tudo, estou com uma crise de sinusite.

Acabei por não escrever muito e o que escrevi provavelmente vai precisar de ser completamente revisto. Nem sequer vou fazer planos para a semana que vem. Nunca sei quando é que estas crises desaparecem.

Vou só tentar escrever o mais que possa para The Unraveller.

Também não sei como vai estar o meu acesso à net. Estou a mudar o serviço de ADSL da Sapo para a Clix e não sei que mudanças é que isso vai implicar.

Há um romance que ando a escrever desde Novembro. Era a minha participação no NaNoWriMo, mas aconteram umas coisas em Novembro e eu acabei por não conseguir as 50000 palavras (fiquei-me só pela metade). Tenho andado a esforçar-me para o acabar mas não tem sido fácil, os problemas  têm sido muitos este ano e não ajudam a motivação.

Entretanto descobri o AugNoWriMo que é semelhante, mas com um número alvo de palavras flexíveis e decidi que era mesmo o que eu precisava para acabar a bendita coisa. Por isso, de 1 a 31 de Agosto vou escrever um mínimo de 1452 palavras para conseguir produzir as cerca de 45000 que, pelos meus cálculos, me faltam para acabar The Unraveller.

Estou com alguma esperança de acabar antes do fim do mês. Desse modo posso participar no Labour of Love Challenge e pôr em dia o meu projecto para a 2YN (ambos são iniciativas do Forward Motion Writers) que está semanas atrasado. No entanto, The Unraveller é a minha prioridade e, mesmo que não consiga fazer mais nada em Agosto, senão acabá-lo, já me dou por satisfeita.

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